Finalmente saiu o 1o English habit tracker do ano. Demorou porque eu estava tentando pensar em uma forma de ajudar vocês a aproveita-lo melhor. O modelo do tracker mudou um pouquinho, pois eu decidi investir um pouco mais de tempo em coletar algumas sugestões de conteúdos e ferramentas que  ajudem vocês a cumprir as atividades sugeridas no tracker.

Como funciona o English habit tracker?

Faça o download do arquivo aqui. Depois imprima o arquivo e marca com um X (ou qualquer outro símbolo) sempre que fizer quaisquer uma das atividades sugeridas. A ideia é tentar fazer pelo menos três destas atividades todos os dias. É importante alternar as atividades pois cada  uma delas atende a objetivos linguísticos diferentes. Além das atividades sugeridas, tem espaço para que você possa adicionar outras atividades que você costuma fazer e que tem trazido bom resultado para seu aprendizado.

A seguir, vou falar um pouco de cada atividade e sugerir sites ou apps que podem servir de fonte de material para realiza-la. Você não precisa ficar preso/a a esta lista. Sintam-se a vontade para adaptar e escolher outros materiais de sua preferência, o importante é preencher seu English tracker.

1. Música com Lyrics Training – as atividades do Lyrics Training consistem em ajudar o aluno a entender palavras especificas, assim, o foco do listening é uma compreensão mais “precisa” do que é dito. Você pode fazer as atividades no site ou baixar o app  gratuitamente pro seu celular ou tablet.

2Assistir vídeo 100% em inglês – separar 05 ou 10 minutos por dia para assistir um vídeo em inglês pode ser uma ótima forma de desenvolver o listening e também aprender algo de qualquer area que você tenha interesse. Você pode usar legenda em português ou em inglês. Alguns sites ou canais que eu gosto:

TED – www.ted.com site ou app
ENGVID – www.engvid.com (apenas site)

Canais do Youtube

ENGLISH WITH LUCY
SCISHOW
MOJO 
BUZZFEED
STUDY WITH JESS
WOTSO

3. Usar algum APP em inglês – ter apps instalados no seu celular é útil para “aproveitar produtivamente” o tempo de espera no médico, ou antes daquela reunião que começou com atraso ou ainda uma pessoa que nunca chega na hora… Pegue seu celular e comece a estudar!

Duolingo
Memrise
Learn English Grammar – British Council
Learn English by Conversation
Johnny Grammar Word Challenge
Quiz your English – Cambridge
Wlingua
MosaLingua

4. Anotações pessoais – se você mantem uma agenda, ou mesmo que use a agenda do celular, se você precisa fazer listas de compras, ou lembretes das tarefas do dia, que tal começar a fazer tudo isso em inglês? Como as anotações serão apenas lidas por você, não há pressão caso você cometa algum erro. Aproveite a oportunidade para aprender palavras novas sempre que precisar pesquisar novo vocabulário.

5. Ouvir música – que tal ouvir música em inglês enquanto digita aquele relatório, ou enquanto realiza suas atividades diárias (tomar banho, dar uma geral na casa, etc?). Você pode aproveitar o trajeto pro trabalho, ou enquanto faz exercício na academia (ou até mesmo na rua). Para isto, basta se programar e já ter uma lista de músicas no pendrive para ouvir no carro ou até mesmo, playlists montadas no seu app de música favorito. Alguns alguns sites e apps que podem ajudar neste item:

Spotify (app)
Deezer (app)
Antena 01 (site)
Radio Garden (site)

6. Ler (textos adaptados ou autênticos) – Livros adaptados são livros que recriam o texto original usando palavras e construções gramaticais mais simples de forma a atender os diferentes níveis de fluência dos seus leitores. Em geral os níveis são Elementary / Pre-Intermediate / Intermediate / Upper-Intermediate e Advanced. Já os textos autênticos tem como público alvo, os falantes nativos e portanto podem ser mais dificeis para quem ainda está iniciando.

O site English Ebooks traz livros adaptados, divididos por níveis, para download gratuito. O que é legal é que alguns deles tem também o áudio para que você possa “ouvir” o livro.

7. Praticar Gramática – se você se sente inseguro/a em relação a sua gramática e sente que poderia melhorar alguns pontos, que tal usar sites para praticar? Eu recomendo:

English Hilfen
Perfect English
Ego4U

8. Praticar pronúncia – pra mim, uma das formas mais legais de praticar pronuncia é “falando”. Você pode escolher um texto com áudio, ouvi-lo várias vezes  sempre prestando atenção nas ligações das palavras, letras que não são pronunciadas em determinadas palavras, entonação das frases… e depois, você pode repetir este texto tentando imitar a pronuncia que você ouve no áudio.

Além disso, você pode usar o app MOSALINGUA, que tem uma seção destinada para “ouvir e repetir” algumas palavras.

Outra ideia é “cantar”, pegue a letra da sua música favorita e cante junto! Além de terapêutico, é ótimo para memorizar pronúncia e aprender novas palavras.

9. Ouvir podcasts – Mais uma forma interessante de praticar listening e acostumar o ouvido com o inglês. Neste post aqui eu já falei sobre alguns podcasts para alunos iniciantes e pre-intermediários, mas se você já está num nível um pouquinho mais avançado pode tentar os seguintes podcasts:

BBC
Itunes – app exclusive para iphone
Spotify – app

10. Revisar Vocabulário – neste post aqui eu falei da importância de revisar e de programar as suas revisões do vocabulário aprendido. Além das dicas sugeridas no post, você também pode usar os seguintes apps:

Drops
Ankiapp

11. Mandar audio para alguém – que tal mandar um áudio no whatsapp em inglês para alguém que também está aprendendo inglês? Você pode combinar com um amigo/a de tentar se ajudar para focar no inglês. Se você ainda tiver muita insegurança para enviar o áudio, use o gravador do celular para ler textos em voz alta.

12. Praticar writing – aqui vale desde escrever um e-mail pra alguém em inglês, ou escrever frases isoladas sobre o seu dia ou até mesmo usar o site Write and Improve da Cambridge para desenvolver mais a sua escrita.

O site Grammarly também é muito útil para quem precisa melhorar a escrita.

13. Assistir série – eu já falei aqui da importância das séries de TV no aprendizado do idioma e também no “desenvolvimento” do mesmo, e vou continuar batendo nesta tecla com todos os meus alunos e não-alunos porque realmente acredito nisso. Mesmo já sendo fluente, percebo que aprendo muitas expressões novas e mais atuais e também que meu listening fica sempre em dia porque muitas vezes me obrigo a assistir sem legenda. No caso dos iniciantes, acompanhar com a legenda em português não é um problema, e até mesmo, você pode usar legenda dupla assinando o serviço do ORORO. Pra quem não conhece o ORORO, eu falei dele aqui.

14. Jogar Video-Game – se você é fã de video-game como eu, aproveite os momentos de lazer e mude o áudio do jogo para inglês, mesmo que você precise manter as legendas em português. O importante é aproveitar todos os momentos possíveis para ter contato com a língua. Associar o aprendizado a momentos de prazer também é algo muito benéfico, afinal, quem disse que para aprender, tem que ser chato?

15. Aprenda 05 palavras novas – observe o mundo ao seu redor e escolha cinco palavras novas para aprender todos os dias. Pense nos objetos e produtos que você usa diariamente, ou pessoas com quem você convive e quais características você daria a elas, ou ainda em como você se sente em determinadas situações. Tenho certeza que todos os dias você consegue pensar em 05 coisas que ainda não sabe expressar em inglês. Pesquise e anote num caderno e claro, posteriormente, revise estas anotações.

Muitos links aqui são contribuição dos meus seguidores do Instagram, aproveito então para agradecer a:

@nyellereis,
@raggueiros
@elainefqa
@dinhamorais
@amandamagg
@cybellecorazza
@isakehl
@crissilveira23
@mipaiva.car

Thank you so much!

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metas

Muito se fala sobre resoluções de ano novo: traçamos metas, estabelecemos planos mentalmente e até mesmo nos imaginamos realizando estas promessas, realmente acreditamos que faremos o nosso melhor e vamos cumpri-las, mesmo que parcialmente. Porém, passando o período das festas, aquele em que muitas empresas estão em recesso e que fazemos alguma viagem em família, entramos na rotina novamente e não demora muito até que o turbilhão de tarefas e imprevistos nos consuma; o ano passa voando e nos vemos novamente diante de um novo período de festas, repetindo novamente para nós mesmos o mesmo mantra: “este ano vai ser diferente”. Se você se identificou com o que descrevi e gostaria de mudar isso, vem comigo que vou te contar como eu driblei este círculo vicioso.

Definindo metas…

O primeiro passo é: esqueça as notas mentais. Ao escrevermos algo, criamos um compromisso, uma relação maior com aquela intenção e a tendência é que levemos os planos mais a sério. Anote tudo o que você gostaria de realizar no novo ano. Não use filtro algum, apenas escreva.

Mais tarde, reorganize essa lista dividindo suas ideias em duas colunas: na primeira coluna escreva todas as coisas que você GOSTARIA e PRECISA realizar (por exemplo, mudanças necessárias para a sua saúde, cursos que vão trazer uma promoção profissional ou até mesmo ajudá-lo a garantir um novo emprego, etc.).

Na segunda, apenas as coisas que você GOSTARIA de realizar (ações menos urgentes, tais como cuidar melhor da pele, começar um hobby, dentre outras).

Agora, chegou a hora de estabelecer prioridades. Dentro de cada lista, numere as metas em ordem de prioridade, de forma que você tenha consciência do que precisa da sua atenção num espaço menor de tempo e o que pode esperar.  Ao decidir as prioridades, escreva também (sim, escreva manualmente), o porquê essas prioridades foram as eleitas e o que elas vão trazer de bom para você. Ter consciência disso é importante, pois é disso que você vai lembrar quando estiver começando a ficar cansado e a perdendo motivação.

Planejando …

Uma vez sabendo quais as suas prioridades, chegou a hora de montar um plano de ação e começar a executá-los – AGORA. Se o seu plano é fazer um MBA, comece a procurar as instituições que oferecem o curso que você precisa, cheque os horários, o investimento, etc. Se o seu plano é tirar uma certificação de fluência em inglês,  comece a procurar professores, cursos, abrir horários na agenda. Se seu plano é parar de fumar e você não consegue sozinho, agende um médico o mais rápido possível, (se necessário, pague uma visita particular), pois lembre-se, dinheiro é importante, mas tempo e saúde são nossas maiores commodities.

Ainda no quesito planejamento, saber administrar o seu tempo é essencial. Uma boa prática de planejamento é o planejamento semanal, no qual você vai estabelecer as metas e atividades da semana e providenciar tudo o que precisa para executar as ações daquela semana. Se a organização não é o seu forte, talvez fosse interessante usar uma agenda, um planner  ou até mesmo, folhas avulsas de planejamento como as que que já disponibilizei para download aqui e aqui.

Evitando os mesmos erros…

Por último, escreva também na sua lista o que pode dar errado, quais empecilhos podem aparecer ao longo do ano e que podem desviá-lo das suas metas. Por exemplo, se você costuma trabalhar até tarde nos últimos dias úteis do mês, não assuma compromissos neste período, prefira cursos aos sábados. Se você viaja muito a trabalho, sempre carregue com você o seu material de estudo (ou de treino). Em resumo, faça um balanço das suas principais desculpas e já escreva possíveis formas de contorná-las, assim, quando o momento chegar, você já vai saber como agir.

Claro que planejar e executar não são tarefas fáceis, mas as tornam bem mais possíveis de serem realizadas quando sabemos exatamente onde queremos chegar.

“Se você continuar a fazer o que sempre fez, vai continuar a conseguir o que sempre conseguiu.”

Anthony Robbins

Recomendação de leitura: Qual a sua meta para este semestre? da professora Angela Ventura.

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Em outubro eu disponibilizei aqui o primeiro planner adaptado para estudantes de idiomas, e como muita gente se interessou eu decidi continuar e lançar o modelo de novembro. Baseado alguns comentários e sugestões que recebi eu criei algumas mudanças e vou explicar para vocês cada uma delas aqui:

Habit Tracker:

Na primeira parte do planner, coloquei sugestões de atividades que atendem aos diversos aspectos da língua: há sugestões de atividades de listening, reading, grammar, vocabulary, writing, pronúncia, etc. Neste espaço você deve marcar SEMPRE que realizar alguma atividade. Assim ao fim do mês, você terá uma real noção do quanto tem se dedicado ou em qual aspecto da língua tem se dedicado mais.

Sites:

Nesta parte coloquei uma lista de sites que vão ajudar você a realizar as atividades sugeridas no Habit Tracker. Claro que há vários outros sites e outros materiais que podem ser utilizados, mas achei importante deixar uma sugestão para quem ainda está iniciando e não tem muito material.

Vocabulário:

Se você é daquelas pessoas que sempre reclama que aprende palavras novas mas depois esquece, você precisa aprender a driblar a curva do esquecimento. Para isso, é necessário programar as suas revisões de forma a não perder a informação que acabou de receber. Eu falei mais sobre a curva do esquecimento neste post aqui, e para ajudar a agendar estas revisões, eu decidi criar um espaço no planner para isso e você deve preencher da seguinte forma:

Tópico: anote aqui o tema do vocabulário a ser revisado
1o contato: anote o dia que você estudou pela 1a vez
1a revisão: anote aqui a data da 1a revisão (tem que ser no máximo 24h depois do 1o contato)
2a revisão: anote aqui a data da 2a revisão (7 dias após o 1o contato)
3a revisão: anote aqui a data da 1a revisão (30 dias após o 1o contato)

Anotações:

Deixei um espaço para anotações diversas. Algo que você queira lembrar de fazer, algum site novo que você conheceu ou um livro legal que alguém sugeriu, etc.

Espero que tenham gostado do planner de novembro. Ele vem em duas versões, uma rosa e outra cinza e o ideal é que você imprima e coloque em um lugar que esteja sempre a vista: pode ser na porta da geladeira, na porta do guarda-roupa, na mesa do escritório, etc…o importante é que ele esteja sempre lá “te lembrando” de fazer algo todos os dias para o seu inglês. Afinal, se você tirar 30min do dia pra estudar, isso significa apenas 2% do seu dia  mas o resultado dura a vida inteira.

Para fazer o download, clique aqui.

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Se você é professor/a e quer usar este tracker com seus alunos, fique a vontade! Só peço com mantenha os créditos no final do mesmo.

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Aprender a falar um idioma é resultado de muita exposição ao idioma e de muita prática, porém nos dias de hoje é quase impossível conseguir lembrar de incluir novos hábitos na nossa rotina. Por isso é necessário apostar no planejamento para evitar que o seu objetivo de ser fluente em inglês caia no esquecimento e perca prioridade em meio ao turbilhão de outras atividades do dia a dia.

planejamento

E ele funciona de forma bem simples: todos os dias você assinala se fez ou não alguma atividade relacionada ao hábito que você quer adquirir.  No nosso caso, vamos tentar monitorar o contato que você tem no seu dia-a-dia com as mais diversas habilidades do inglês.  Você também usar uma legenda de cores para marcar a intensidade das atividades desenvolvidas. Ao fim do mês você terá uma visão geral do que realizou e do que precisa focar mais.

No habit tracker, há um espaço chamado POSSIBLE ACTIVITES para que você pense em quais atividades você poderia encaixar na sua rotina. Há algum tempo atrás eu fiz um post com atividades curtas que podem (e devem) ser aproveitadas aqui. Se você não viu este post, acesse aqui.

planejamento

Além das atividades propostas, você pode usar outras também. Desde coisas simples como ouvir música no carro, ouvir um podcast enquanto corre na esteira ou vai caminhar no parque…o importante é manter contato com o idioma e fazer com que isso faça parte da sua rotina.

Uma ideia interessante é afixa-lo em um lugar que você veja todos os dias: na porta da geladeira, do seu guarda-roupa ou na mesa do escritório, pois isso ajudará a “LEMBRAR” de fazer alguma atividade.

Para fazer o download, clique aqui.

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estudar inglêsComeço de ano! Com o calendário zerado, mais uma vez tentamos nos organizar para o novo ano: começar a dieta, a academia, o curso de pós, a leitura daquele livro que está atrasada há tempo e, como não poderia ser diferente, o curso de inglês.

No que se refere a este último, é muito comum que, antes de começar um curso de inglês (ou de qualquer outro idioma), o futuro estudante se depare com alguns mitos sobre o que é e como é aprender inglês. Afinal, grande parte do público a quem se destina um curso de língua estrangeira é leigo, portanto, é natural que haja alguma confusão.

Nesses anos trabalhando com o ensino de inglês, nos deparamos com alguns desses equívocos.

Perguntas comuns de quem vai estudar inglês

  • Para aprender inglês tenho que saber traduzir?

Para muita gente, o ato de aprender inglês está diretamente ligado ao ato de traduzir literalmente, ou seja, palavra por palavra. Essa ideia certamente remonta ao período em que estudávamos inglês na escola regular, no qual a principal tarefa envolvia traduzir palavras, frases e textos de forma, quase sempre, literal.

Traduzir, porém, é uma atividade técnica, que requer formação e/ou habilidade específica. Naturalmente, espera-se que um bom tradutor seja também um bom falante/conhecedor de inglês, mas o contrário não precisa ser verdadeiro.

Falar uma língua estrangeira é o mesmo que apropriar-se de um conjunto de aspectos não apenas linguísticos, mas também socioculturais, que muitas vezes não faz sentindo se traduzido para uma outra língua. Um grande exemplo disso são as expressões idiomáticas, que muitas vezes, são intraduzíveis, pois refletem não apenas palavras, mas uma maneira por meio da qual o falante organiza o pensamento.

Por exemplo:

He made a mountain out of a molehill.

Tradução literal: Ele fez do monte uma montanha.

Tradução equivalente: Ele fez uma tempestade em copo d’água.

Perceba que a tradução literal não faz sentido algum em nossa língua. É necessário entender o contexto de uso em uma língua e buscar aspectos culturais equivalentes na outra. Certamente, para os falantes de inglês, usar a analogia do monte e da montanha para significar exagero está ligado a aspectos culturais e históricos, que nós, falantes de português, não vivenciamos. Para nós, a analogia entre a tempestade e o copo d’água cumpre essa tarefa melhor.

Portanto, traduzir literalmente não é o caminho. O caminho é conhecer as características da língua nova e, para tal, precisamos estudar bastante.

  • Ser fluente em inglês é saber falar qualquer coisa?

“A redução dos corantes azo é rápida, mas em alguns casos, resulta em aminas aromáticas carcinogênicas”.

Temos aqui uma frase, escrita em língua portuguesa, em cuja qual, acredito eu, quase todos vocês sejam falantes nativos, não é mesmo? A não ser que você tenha conhecimento formal em química, física ou biologia, é BASTANTE provável que essa frase não signifique nada para você.

Assim, mesmo sendo falantes fluentes de língua portuguesa, podemos nos deparar com textos ou informações em nossa própria língua e não estarmos aptos a decodificar. Portanto, ser falante fluente não significa saber dizer qualquer coisa em uma determinada língua. Significa apenas que o falante tem um conhecimento linguístico muito próximo ao de um falante nativo, mas não necessariamente igual, e que está apto a falar e dar detalhes daquilo que pensa, observa e analisa usando vocabulário e estrutura linguística específicos.

  • Só dá para aprender inglês se viajar/morar em um país de falantes nativos?

Viver em outro país temporariamente para aprender uma língua diferente é, sem dúvida, uma experiência única e deveria estar ao alcance de todas as pessoas. Entretanto, não é 100% necessário para aprender inglês ou qualquer outra língua. Atualmente, com o desenvolvimento da Internet, podemos nos comunicar com pessoas em todas as partes do mundo em tempo real. Podemos até mesmo simular imersões em outras línguas facilmente. Além disso, nosso acesso a séries de TV, filmes e programas em inglês, nunca foi tão grande.

Vale ressaltar também que a vivência em outro país nem sempre é garantia de aprendizado. Não são raros exemplos de brasileiros que vão para o exterior com amigos(as), namorado(a) e/ou cônjuge e falam português o tempo todo. Nesses casos, as pessoas raramente ampliam satisfatoriamente seus conhecimentos na língua estudada.

  • Se eu fizer um curso conceituado ou estudar com um bom professor, vou aprender inglês mais rápido?

Imagine que você vai a academia para perder peso a pedido do médico. Ele passa uma dieta associada a atividades físicas. Não importa se ele é o melhor médico do mundo, nem se você contratou o melhor personal trainer para ajudá-lo. Se as instruções médicas e atividades físicas não forem seguidas adequadamente, nada disso fará diferença.

Aprender inglês não é diferente. Não adianta investir pesado em cursos e professores particulares se você não estiver disposto a estudar muito. Não adianta ter pressa, pois não existe solução mágica; é necessária uma mudança de hábitos, empenho e muita dedicação para aprender um novo idioma.

  • Só dá para aprender inglês se estudar em escolas ou cursos específicos?

Estudar com supervisão de um professor sempre é recomendável, pois ele está apto a escolher a melhor abordagem, método e material para as necessidades do aluno. Entretanto, não é a única maneira.

Como vimos no item 3, com o surgimento da Internet, a distância entre nós e o conhecimento novo está apenas há alguns cliques.

Com disciplina, dedicação e organização, você consegue aprender bastante de forma autodidata. Há vários sites, aplicativos para celular e tablets que podem auxiliá-los.

Clique aqui e veja alguns exemplos que recomendamos aos nossos alunos.

Certamente, essa discussão não termina aqui e há ainda muito a se consideram sobre cada um desses itens. Compartilhem conosco suas experiências e dúvidas e, se gostar, compartilhe.

 

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nãoMuita gente não gosta de inglês, mas “precisa” aprender inglês. Os motivos para não gostar são muito subjetivos, entretanto é importante saber lidar com este sentimento e evitar que ele vire um obstáculo. Quem não gosta de inglês costuma criar algumas desculpas para convencer a si mesmo do porque não aprendem e, como resultado, ficam “andando em círculos” sem perceber evolução. Se você se identificou com essa situação, que tal ler estas dicas e parar com estes hábitos que, sem querer, boicotam o seu aprendizado?

1. NÃO traduza!

A tradução pode até te ajudar nos seus primeiros passos, principalmente a desenvolver uma sensação de segurança, mas não deve ser mantida por muito tempo.

Traduzir tudo o que você pensa é ineficiente, demorado e cria dependência com a língua mãe. Tente compreender as mensagens pelo contexto, mesmo que não entenda palavra por palavra.

2. NÃO TENHA medo de errar!

Todo processo de aprendizagem implica em tentativa e erro; foi assim quando você aprendeu a falar o seu próprio idioma, quando aprendeu a amarrar os sapatos ou a andar de bicicleta. Errar é uma etapa obrigatória do processo de aprendizagem, portanto, ter medo de errar é ter medo de aprender.

Além disso, ao errar, você tem chance de ter seus erros corrigidos e, assim, aprender. Lembre-se: o seu foco primário deve ser a comunicação. A precisão e fluência vêm com o tempo.

3. NÃO se deixe enganar com métodos milagrosos!

Esqueça qualquer método que promete resultado em um período de tempo pré-definido. As pessoas são diferentes umas das outras em vários sentidos. Elas diferem quanto a:

– Forma de aprendizado
– Conhecimento prévio
– Capacidade cognitiva
– Disciplina
– Pré-disposição para idiomas

Portanto, é impossível determinar em QUANTO tempo alguém vai se tornar fluente em um idioma. Fuja de propostas tentadoras como 12, 18 ou 24 meses. A estrada do aprendizado é sua e só você consegue determinar este tempo. O “grande segredo” para aprender um idioma continua sendo muita exposição à língua que se pretende aprender e prática das 4 habilidades. E claro, tudo com muita persistência, dedicação e paciência.

Para entender mais sobre quanto tempo leva para ficar fluente, leia este post do Tecla Sap no qual o Ulisses Wehby brilhantemente fala a respeito do assuno.

4. NÃO aprenda APENAS na sala de aula!

Estudar em uma escola ou com professor particular é ótimo porque você tem a chance de tirar dúvidas e interagir com outros alunos, mas não é o suficiente. Para realmente aprender um idioma, você precisa vivencia-lo todos os dias fora da sala de aula. Além de agilizar o seu processo de aprendizagem, irá ampliar seu vocabulário e tornar a sua capacidade de comunicação mais abrangente que a daqueles alunos que aprendem só o que o professor ensina.

5. NÃO ignore as 4 habilidades.não

Às vezes, ao querer apenas “falar inglês”, muitos alunos esquecem de se dedicar às demais habilidades (ouvir, ler e escrever). Isto é um grande erro pois elas se complementam. Por mais que o seu foco seja falar, não é possível falar sem ouvir, uma vez que você precisa entender o que as outras pessoas falam para manter um diálogo. Ler é uma forma muito eficaz de internalizar vocabulário e regras gramaticais de forma contextualizada (o que ajuda muito na hora de falar). E escrever é uma forma de produzir o discurso de modo mais controlado, pois você “pensa mais antes de escrever” e tem, portanto, a chance de organizar o pensamento. Ao desenvolver esta habilidade, na hora de falar, você conseguirá dizer o que pensa de forma mais articulada e objetiva.

6. NÃO fique nervoso!

Fale inglês SEMPRE que tiver oportunidade, seja em uma reunião no trabalho, ou ajudando um estrangeiro que apareceu perto de você. Não hesite muito antes de falar, nem alimente medos bobos, afinal, o pior que pode acontecer é não ser entendido pelos outros.

Em quase tudo na vida, precisamos sair de nossa zona de conforto se quisermos evoluir e para aprender inglês não é diferente. Em outras palavras, “se jogue”! Quanto mais você falar, mais confiante você vai se sentir e, por consequência, mais rápido vai se tornar fluente.

7. NÃO ache que só você comete erros e que todo mundo é fluente.

Muita gente tem medo de falar pois acha que vai cometer erros. Acredito que os erros são inevitáveis, mas também acredito que, em muitos casos, eles são IMPERCEPTIVEIS, de modo que só alguém que esteja realmente prestando atenção (por exemplo: seu professor) vai percebê-los.

De acordo com o linguista David Crystal, há mais falantes de inglês não-nativos do que falantes nativos numa proporção de 03 para 01. O que implica que há mais falantes de inglês na sua situação do que você imagina. E mesmo que sejam capazes de se comunicar, na maioria das vezes, não estão prontos a corrigir ou perceber o erro do outro.

não8. NÃO desista!

Todo começo é difícil, mas se você insistir e mantiver o foco, muitas coisas irão virar hábito e então você vai perceber que aprender inglês pode ser bem mais fácil e prazeroso do que você imaginava.

Assim como os atletas profissionais, que precisam treinar duro mesmo quando já são os melhores de suas categorias, você precisa fazer o mesmo. Mantenha contato com o idioma diariamente. É a única forma de manter o seu inglês afiado, não “esquecer” vocabulário ou as estruturas das frases.

9. NÃO se compare com os outros falantes de inglês!

Ninguém sabe tudo, então pare de pedir desculpas por não falar inglês perfeitamente. Não importa em que nível você esteja agora, você lutou para aprender o que sabe e deve se orgulhar de suas conquistas. Não fique chateado porque estuda há três anos e fala menos que aquele seu colega que estuda há apenas um. Cada um tem seu ritmo e o importante é não desistir de seguir o seu caminho.

10. NÃO encare o aprendizado como uma tarefa ou obrigação.

Se você sempre associar a ideia de aprender a algo que é chato, entediante e repetitivo, vai realmente ser bem difícil alcançar a sua meta, pois será difícil se manter motivado o tempo inteiro.

Por isso, tente associar o aprendizado de inglês a coisas que você gosta de fazer e não a algo que você “tem que fazer”. Escolha atividades que te ajudem a aprender enquanto se diverte. Seguem algumas ideias:

– Se você está numa fila, tente criar frases mentais sobre as outras pessoas da fila.
– Ouça músicas em inglês enquanto pratica seu esporte ou hobby favorito.
– Se você é fã de redes sociais, tente seguir e interagir com canais que dão dicas de inglês…
– Assista vídeos em inglês no YouTube sobre temas que você se interessa: maquiagem, lutas, corridas, games, receitas, etc….

Ao inserir o inglês nas suas atividades de lazer, logo o aprendizado se tornará mais agradável e, por isso mesmo, mais proveitoso, afinal, você já ouviu falar de alguém que obteve sucesso fazendo algo que odeia?

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razoes

Trabalho com o público adulto há pelo menos 15 anos, sendo que nos últimos 05 pude me dedicar EXCLUSIVAMENTE a aulas particulares para adultos e pude observar o comportamento deste público. É normal que em um determinado momento, o aluno decida não continuar o curso, seja por questão financeira, por falta de tempo ou por problemas pessoais. O problema é que na maioria dos casos, o aluno decide parar sem ter atingido seu objetivo, e infelizmente isto é frustrante tanto para o aluno quanto para o professor. Por isso, decidi organizar aqui as minhas observações e tentar mostrar a você porque você deve continuar o seu curso de inglês.

Inglês não é gasto e sim investimento.

Com certeza você já ouviu que Educação não é gasto e sim investimento. Se você pensa que esta é apenas uma forma das escolas e professores “venderem os seus cursos”, talvez esteja na hora de rever os seus conceitos. Aprender qualquer habilidade é sim um investimento que você faz em si mesmo (ou seja, no seu bem mais precioso), pois é um curriculum cheio de conhecimentos e habilidades que vai fazer com que você se destaque no mercado de trabalho.

No caso especifico do inglês, ele é necessário para praticamente todas as áreas de trabalho, uma vez que a presença das multinacionais está cada vez mais forte e que as empresas nacionais estão cada vez mais interagindo no mercado em internacional.

Você acha que vai retomar o curso no próximo semestre.

Muitos alunos param o curso pensando em voltar no próximo semestre, mas na minha experiência profissional, isto acontece numa proporção menor que 5%. Quando me procuram pela 1ª vez, muitos falam que já estudaram inglês mas estão “parados há algum tempo” e este tempo raramente é menor que “05 anos”.

Acontece que mesmo que você tenha a intenção de retomar o mais rápido possível, é bastante provável que outras coisas comecem a acontecer na sua vida de forma e você acaba “esquecendo” do inglês. Quando você finalmente decide continuar o seu curso, é provável que já tenha “esquecido” muita coisa e precise rever várias coisas que já viu antes.

O ideal é que você tente adaptar a sua vida AGORA e levar em frente o seu objetivo AGORA, economizando assim TEMPO e DINHEIRO.

Você não vai ter disciplina para continuar a estudar por conta própria.

Responda honestamente: quando você está fazendo aulas em escola ou com professor, você faz 100% dos exercícios solicitados em dia e segue TODAS as orientações de atividades extra classe do seu professor? Você costuma pedir atividade extra para o seu professor? Você tem um horário pré-definido de estudo e o cumpre com pontualidade?

Se você respondeu que SIM a TODAS as perguntas, é possível que você tenha disciplina para estudar por conta própria, mas na prática, a maioria dos alunos não consegue responder que SIM a todas estas perguntas. Neste caso, reflita sobre outra questão: se você não consegue manter uma disciplina de estudo enquanto tem o acompanhamento de um professor, porque você manteria esta disciplina por conta própria?

Encontre o meio-termo e faça o possível para continuar.

Se você está parando o curso porque o orçamento está pesado, já pensou em conversar com seu professor ou escola e reduzir a carga horária de estudo? Esta alternativa também te ajuda em relação a tempo também. Talvez você pense que estudar 1,5h por semana não seja tão bom quanto estudar 3h por semana, mas veja por outro ângulo: 1,5h/a semanais é mais do que “0 horas semanais”.

Se você faz aulas VIP, outra opção para melhorar o valor do investimento é procurar aulas em duplas, pois desta forma você mantem contato com o inglês e ainda aumenta seu vocabulário e as chances de conversação, afinal, aprender um idioma é aprender a interagir e a se comunicar.

persistence

O seu concorrente profissional fala inglês.

O Brasil passa por uma época de crise e muitas empresas já estão começando a enxugar o seu quadro de funcionários. Na hora dos cortes, quem você acha que eles vão dispensar: o “gerente de RH” ou o “gerente de RH que se atualiza e fala inglês?”. Quem você dispensaria?

Se você está desempregado e está procurando chances no mercado de trabalho, quem você acha que tem mais chances de ser contratado:  o “gerente de RH” ou o “gerente de RH que se atualiza e fala inglês?”.

Em outras palavras, inglês pode ser o diferencial que vai garantir o seu emprego e até mesmo uma promoção no futuro.

Você realmente não tem tempo ou dinheiro?

Esta pergunta é super válida pois muitas vezes, o que falta é prioridade. Muitos alunos param o inglês mas continuam mantendo outros gastos que por mais prazerosos que sejam, não teem o mesmo caráter de investimento. Talvez deixar de comprar aquele celular na moda este ano e manter o inglês seja mais inteligente, uma vez que o inglês é algo que você não “vai perder” e que vai te ajudar a crescer pessoal e profissionalmente. O mesmo se refere a tempo, será mesmo que você não tem tempo, ou talvez falte um pouco de planejamento? Quanto temos muitas atividades, é importante priorizar e se organizar, afinal, vai dizer que você não tem 15 minutos por dia?

Estas são apenas alguns motivos pelos quais eu acho que parar de estudar inglês antes de ter atingido o seu nível necessário de fluência é uma má ideia, são motivos gerais, que se aplica, a quase todo mundo, porém tenho certeza que em casos específicos, podemos pensar em ainda mais razões para continuar. O fato é: como você se imagina daqui a 5 anos no que se refere a inglês? Parar agora vai te ajudar a alcançar este objetivo? Se a resposta for NÃO, você já sabe que decisão tomar.

 

 

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15 minutos para aprender iinglês

Sendo professora há mais de 15 anos e tendo dedicado os meus últimos 5 anos a atender apenas ao público adulto, é claro para mim que as rotinas estão cada vez mais apertadas e que a “falta de tempo” tem sido um dos principais obstáculos para que as pessoas aprendam inglês. Porém, acredito que com planejamento e foco sempre conseguimos driblar os obstáculos e tento sempre ensinar aos meus alunos que conseguimos sim aprender inglês, mesmo que só possamos nos dedicar 15 minutos por dia.

Dia desses, lendo este artigo da Thais Godinho (blog Vida Organizada) sobre como acabar com a tralha em apenas 15 minutos, pensei que seria uma boa adaptar a ideia para a realidade daqueles que precisam aprender inglês mas não tem tempo. Sugiro que leiam o artigo da Thais para entender melhor a ideia, que é bem simples: trata-se apenas de estabelecer uma rotina diária de apenas 15 minutos para se dedicar a algo (no nosso caso, aprender inglês).

20 Atividades para aprender inglês em apenas 15 minutos:

1. Praticar gramática, mesmo que seja apenas 01 ou 02 questões.

2. Assistir vídeos de um minuto no site English in a minute.

3. Ouvir a mesma música várias vezes e tentar entender a letra anotando expressões e palavras.

4. Ouvir música e acompanhar a letra no site Vagalume.

5. Ouvir música e tentar completar a letra no Lyrics Training.

6. Assistir 1 ou 2 vídeos da série da BBC 6-minute-English.

7. Praticar escrita no site One Word, este site te dá uma palavra diferente a cada dia para que você escreva o que vier a cabeça porém apenas durante um minuto. Não pense, apenas escreva!

8. Ouvir podcasts, baixe podcasts com frequência e sempre que tiver um tempinho ouça com atenção. Alguns sites com podcasts são: BBC Podcast, ESL POD, CHINA 232 e Real Life.

9. Assistir vídeos no EngVid.

10. Escreva um parágrafo em inglês contando como foi o seu dia anterior(como um diário).

11. Praticar gramática online. Sites como English Page ou English-Hilfen trazem várias atividades online mas há vários outros sites com esta finalidade.

12. Ler um artigo curto de alguma revista online sobre um tema de seu interesse, ou um trecho de um livro de inglês adaptado.

13. Assista uma palestra do site Ted.com. Há palestras de vários temas e durações diferentes, escolha uma que seja interessante para você.

14. Se o seu livro de estudo tem um Cd-Rom ou um site com atividades, aproveite estes 15 minutos para coloca-los em dia.

15. Mantenha um caderno de vocabulário e anote expressões novas sempre que aprendê-las. Use estes 15 minutos para criar frases com as palavras que você aprendeu.

16. Siga páginas no Facebook ou perfis no Instagram que dão dicas de inglês (como o @teacherrenata) e anote novas expressões no seu caderninho.

17. Re-assista séries (ou seja, episódios que você já viu) e aproveite para fazer anotações de vocabulário. Em 15 minutos você verá apenas metade do episódio, a outra metade você assistirá no seu próximo intervalo de 15 minutos.

18. Baixe algum app de aprendizado de inglês no seu celular, como o Duolingo, Busuu, Babbel e Lingua Leo, entre outros.

19. Ouça novamente algum listening que você ouviu na aula e achou complicado. Se necessário, leia o audioscript.

20. Pratique pronúncia gravando a própria voz e comparando com a pronúncia do dicionário. Para isso, use o aplicativo de gravação de voz do seu celular e algum bom dicionário online como o Cambridge Dictionary.

21. Grave a si mesmo respondendo perguntas. Em alguns sites como o Conversation Starters é possível achar perguntas dos mais diferentes tipos e graus de complexidade. Você pode pensar na sua resposta antes de gravar e também pesquisar o vocabulário que não souber. Use o gravador do seu smartphone para gravar respostas de 30s a 1 minuto dependendo do grau de complexidade da pergunta.

O importante é que estes 15 minutos virem rotina, então, tentem organizar a agenda de vocês de forma a estabelecer este intervalo de 15 minutos todos os dias e alternem as sugestões acima para não ficar repetitivo e para ampliar as habilidades praticadas. Se planejem com antecedência, tendo acesso a esta lista e aos materiais necessários em todos os lugares para evitar que caiam na desculpa de “não ter o material com você”. Lembrem-se: “a desculpa de hoje vira o hábito de amanhã”. Mantenham o foco, insistam e o resultado virá!

Se você tiver alguma sugestão de alguma outra atividade que pode ser feita em 15minutos ou se apenas não entendeu como por em prática alguma delas ou tiver qualquer outra sugestão, não deixe de compartilhar conosco. E se gostou do artigo, divulgue com os seus amigos e siga as nossas redes sociais!

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Você também tem dificuldade de formular frases em inglês? Você sente que tem vocabulário, já tem uma boa noção de gramática, mas fica meio perdido na sequência das palavras? Então, seus problemas acabaram!!!

Existe um truque baseado numa sigla que vai ajuda-lo a lembrar a sequência correta das frases em inglês. O truque é uma palavra-mágica:  SVOMPT, que nada mais é que uma sigla com a ordem correta das palavras em inglês.

Vejam o que ela significa:

S – subject – quem faz a ação
V – verb – a ação praticada pelo sujeito
O – object – “o quê” complementa o verbo
M – manner – o modo como a ação é feita
P – place – onde a ação acontece
T – time – quando a ação acontece

A técnica é baseada nos princípios do “Quem fez o que? Com que? Como? Onde e quando?”. Respondendo a estas perguntas simples, não tem como a sua frase não estar completa.

O site Engame publicou um mindmap super legal para ajudar a entender melhor a técnica:

SVOMPT-word-order-mind-map-723x1024

Além disso, vale a pena clicar na imagem e visitar o site, pois lá há dois quizzes super interessante, testando a sua habilidade de criar frases.

IMPORTANTE!

Vale lembrar que não é necessário que todos os termos apareçam em todas as frases. Uma frase pode ter sentido completo se respondermos pelo menos informarem “quem fez o que, mesmo que não traga todos os demais detalhes.

Também é importante salientar que este “truque” é para alunos de níveis básicos, que já tem algum vocabulário mas sentem dificuldade de começar a falar, muitas vezes por insegurança. Uma vez que a estrutura estiver internalizada e o aluno continuar aumentando seu input no idioma, vai perceber que muitas frases fogem desta sequência mais primitiva da fala e é justamente dominar frases mais rebuscadas que vai tira-lo do limbo do nível “intermediário”

Texto adaptado, baseado em artigo publicado pelo site Engames.

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Você tem aquela sensação de estar stuck (bloqueado) no inglês?  Você também sente que Falar entende o que os outros falam e entende o que lê mas as palavras simplesmente fogem quando você precisa falar ou escrever?

Se sua resposta for sim, não se desespere!

É completamente normal se sentir assim, principalmente se você ainda é iniciante e tem menos de 200horas de estudo do idioma. Este “bloqueio” acontece porque o seu input ainda não está sendo suficiente para gerar um output.

Input? Output? O que é isso?

Calma, input é tudo o que você recebe e absorve como informação, no caso da língua seriam os textos que você lê, as músicas que você ouve, as explicações do seu teacher, as séries que você assiste…enfim, todo e qualquer contato que você tenha com o idioma.

Já o output, é o contrário, é tudo o que você consegue produzir, criar com o idioma, são as frases que você fala, as respostas as perguntas do professor, é quando você se esforça para escrever na sua agenda pessoal em inglês, é quando você tenta interagir com as outras pessoas em inglês mesmo que seu vocabulário ainda não seja suficiente.

Agora que você entendeu os conceitos, fica claro que não há output sem haver input, correto? Por isso que eu falei lá em cima que este bloqueio é comum em alunos iniciantes, uma vez que o input deles ainda não foi suficiente.

Se você há estuda há bastante tempo e mesmo assim sente este bloqueio, é necessário tentar aumentar o seu input mesmo fora de aula.  E como fazer isso?

Simples: incorpore hábitos  no seu dia a dia que aumente seu contato com o inglês, ouça mais, leia mais, veja mais! Inscreva-se em canais  no youtube que te ajudarão a aumentar seu input, é gratuito e os videos são curtinhos.

Enfim, deu para perceber que o seu bloqueio tem cura?? Espero ter ajudado!

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