tecnologiaTalvez você ainda não tenha percebido mas na verdade estamos iniciando um novo tempo e uma nova era como seres humanos.

O avanço das tecnologias e o uso intenso da internet estão modificando radicalmente a maneira como interagimos. Isso impacta a forma como recebemos informação e as possibilidades de aprendizado.Não só de uma língua mas de qualquer nova habilidade.

As pessoas hoje têm acesso a muito mais informações. E também podem trocar ideias sobre o que sabem e estão aprendendo instantaneamente. Vivemos uma era de mudanças. Mais que isso, uma mudança de era.

O digital hoje é algo comum. Não falamos mais “estou online” ou “estou offline”. O tempo todo a tendência é estar on e off ao mesmo tempo. Já não nos damos mais conta disso.O que precisamos fazer é nos adaptar e aproveitar ao máximo as ferramentas e os recursos que temos ao nosso alcance agora. Se você quer aprender rapidamente uma língua, esses novos tempos estão a seu favor:

A tecnologia turbinando o seu inglês:

Existem inúmeros apps à disposição. Basta buscar pela Apple Store ou o Google Play. No caso do inglês, melhor ainda porque esta é a língua universal que já é usada há muito tempo nos negócios e também como forma de entretenimento. Se o assunto é diversão, não faltam formas de se divertir e ao mesmo tempo dar uma polida no seu inglês:

  • Filmes em streaming, filmes em sites, seriados e vídeos no YouTube formam um conjunto de material super bacana e rico. Você pode escolher temas ou gêneros e encontrar uma quantidade absurda de filmes e documentários. No YouTube, estão os vídeos feitos por gente como a gente contando suas experiências e opiniões. E o que é melhor – você pode ter uma atitude ativa e postar também sua opinião e visão sobre o que acabou de assistir. Em inglês, claro.
  • Sua praia é música? Spotify, Pandora e Deezer são algumas das plataformas com as quais você pode baixar e ouvir todos os tipos de música. Literalmente todos. Bastam dois cliques.
  • Se você  estiver num mood (humor) diferente e preferir ouvir algo inovador, você tem a opção dos podcasts. Eles estão bombando e surgindo aos montes. Informando e deixando ainda mais antenadas as pessoas que já são bem informadas.
  • Por último, você ainda tem good old Skype como recurso para encontrar pessoas pelo mundo todo e conversar sobre assuntos de interesse mútuo.

A lista de alternativas não para por aqui. Mas esse já é um bom começo para você se mexer e iniciar seus estudos. Um bom professor aliado a todas essas opções vai transformar você numa pessoa que domina o inglês em muito menos tempo do que você imagina.

Have a go!!! Experimente e perceba você mesmo os resultados.

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estudar inglêsComeço de ano! Com o calendário zerado, mais uma vez tentamos nos organizar para o novo ano: começar a dieta, a academia, o curso de pós, a leitura daquele livro que está atrasada há tempo e, como não poderia ser diferente, o curso de inglês.

No que se refere a este último, é muito comum que, antes de começar um curso de inglês (ou de qualquer outro idioma), o futuro estudante se depare com alguns mitos sobre o que é e como é aprender inglês. Afinal, grande parte do público a quem se destina um curso de língua estrangeira é leigo, portanto, é natural que haja alguma confusão.

Nesses anos trabalhando com o ensino de inglês, nos deparamos com alguns desses equívocos.

Perguntas comuns de quem vai estudar inglês

  • Para aprender inglês tenho que saber traduzir?

Para muita gente, o ato de aprender inglês está diretamente ligado ao ato de traduzir literalmente, ou seja, palavra por palavra. Essa ideia certamente remonta ao período em que estudávamos inglês na escola regular, no qual a principal tarefa envolvia traduzir palavras, frases e textos de forma, quase sempre, literal.

Traduzir, porém, é uma atividade técnica, que requer formação e/ou habilidade específica. Naturalmente, espera-se que um bom tradutor seja também um bom falante/conhecedor de inglês, mas o contrário não precisa ser verdadeiro.

Falar uma língua estrangeira é o mesmo que apropriar-se de um conjunto de aspectos não apenas linguísticos, mas também socioculturais, que muitas vezes não faz sentindo se traduzido para uma outra língua. Um grande exemplo disso são as expressões idiomáticas, que muitas vezes, são intraduzíveis, pois refletem não apenas palavras, mas uma maneira por meio da qual o falante organiza o pensamento.

Por exemplo:

He made a mountain out of a molehill.

Tradução literal: Ele fez do monte uma montanha.

Tradução equivalente: Ele fez uma tempestade em copo d’água.

Perceba que a tradução literal não faz sentido algum em nossa língua. É necessário entender o contexto de uso em uma língua e buscar aspectos culturais equivalentes na outra. Certamente, para os falantes de inglês, usar a analogia do monte e da montanha para significar exagero está ligado a aspectos culturais e históricos, que nós, falantes de português, não vivenciamos. Para nós, a analogia entre a tempestade e o copo d’água cumpre essa tarefa melhor.

Portanto, traduzir literalmente não é o caminho. O caminho é conhecer as características da língua nova e, para tal, precisamos estudar bastante.

  • Ser fluente em inglês é saber falar qualquer coisa?

“A redução dos corantes azo é rápida, mas em alguns casos, resulta em aminas aromáticas carcinogênicas”.

Temos aqui uma frase, escrita em língua portuguesa, em cuja qual, acredito eu, quase todos vocês sejam falantes nativos, não é mesmo? A não ser que você tenha conhecimento formal em química, física ou biologia, é BASTANTE provável que essa frase não signifique nada para você.

Assim, mesmo sendo falantes fluentes de língua portuguesa, podemos nos deparar com textos ou informações em nossa própria língua e não estarmos aptos a decodificar. Portanto, ser falante fluente não significa saber dizer qualquer coisa em uma determinada língua. Significa apenas que o falante tem um conhecimento linguístico muito próximo ao de um falante nativo, mas não necessariamente igual, e que está apto a falar e dar detalhes daquilo que pensa, observa e analisa usando vocabulário e estrutura linguística específicos.

  • Só dá para aprender inglês se viajar/morar em um país de falantes nativos?

Viver em outro país temporariamente para aprender uma língua diferente é, sem dúvida, uma experiência única e deveria estar ao alcance de todas as pessoas. Entretanto, não é 100% necessário para aprender inglês ou qualquer outra língua. Atualmente, com o desenvolvimento da Internet, podemos nos comunicar com pessoas em todas as partes do mundo em tempo real. Podemos até mesmo simular imersões em outras línguas facilmente. Além disso, nosso acesso a séries de TV, filmes e programas em inglês, nunca foi tão grande.

Vale ressaltar também que a vivência em outro país nem sempre é garantia de aprendizado. Não são raros exemplos de brasileiros que vão para o exterior com amigos(as), namorado(a) e/ou cônjuge e falam português o tempo todo. Nesses casos, as pessoas raramente ampliam satisfatoriamente seus conhecimentos na língua estudada.

  • Se eu fizer um curso conceituado ou estudar com um bom professor, vou aprender inglês mais rápido?

Imagine que você vai a academia para perder peso a pedido do médico. Ele passa uma dieta associada a atividades físicas. Não importa se ele é o melhor médico do mundo, nem se você contratou o melhor personal trainer para ajudá-lo. Se as instruções médicas e atividades físicas não forem seguidas adequadamente, nada disso fará diferença.

Aprender inglês não é diferente. Não adianta investir pesado em cursos e professores particulares se você não estiver disposto a estudar muito. Não adianta ter pressa, pois não existe solução mágica; é necessária uma mudança de hábitos, empenho e muita dedicação para aprender um novo idioma.

  • Só dá para aprender inglês se estudar em escolas ou cursos específicos?

Estudar com supervisão de um professor sempre é recomendável, pois ele está apto a escolher a melhor abordagem, método e material para as necessidades do aluno. Entretanto, não é a única maneira.

Como vimos no item 3, com o surgimento da Internet, a distância entre nós e o conhecimento novo está apenas há alguns cliques.

Com disciplina, dedicação e organização, você consegue aprender bastante de forma autodidata. Há vários sites, aplicativos para celular e tablets que podem auxiliá-los.

Clique aqui e veja alguns exemplos que recomendamos aos nossos alunos.

Certamente, essa discussão não termina aqui e há ainda muito a se consideram sobre cada um desses itens. Compartilhem conosco suas experiências e dúvidas e, se gostar, compartilhe.

 

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Como vocês que acompanham nosso trabalho com frequência já sabem, não é a primeira vez que falo da importância das séries no apoio ao aprendizado de inglês – lembram-se do COMO E PORQUE ASSISTIR SÉRIES EM INGLÊS?. São muitas as melhorias que elas podem trazer ao aprendizado e até mesmo podem ajudar a avançar mais rápido no idioma. Acontece que nem todo mundo sabe por onde começar. Alguns alunos sempre me perguntam se “pode assistir qualquer série”, se “tem algum tipo de série que seja mais recomendado”, e,até mesmo, me pedem sugestões de títulos. Pensando neles, e em vocês, é claro, eu escrevi este post.

Claro que o importante é manter contato com o idioma, mas se você está ainda buscando UMA SÉRIE PRA CHAMAR DE SUA, eu posso dar algumas dicas de como escolher uma série que ajude a atingir seus objetivos mais rapidamente. Tente escolher séries que obedeçam a alguns destes critérios:

  1. Séries que giram em torno de famílias ou grupos de amigos: estas séries costumam abordar assuntos bem comuns como trabalho, relacionamentos, viagens, idas a restaurantes, ou seja, tudo que uma pessoa normal precisa fazer (e falar).
  2. Comédias: as comédias, de forma geral, têm capítulos mais curtos que as séries de drama, duram em média 25 minutos, o que possibilita assistir a pelo menos UM EPISÓDIO POR DIA.
  3. Séries com mais de 3 temporadas: como a ideia é fazer uma atividade contínua, é interessante que a série tenha vários episódios, o suficiente para prender a atenção por alguns meses.
  4. Evitar séries com temáticas profissionais. Séries de médicos, de advogados, de policiais são ótimas para entretenimento, mas para quem ainda está nos níveis básicos do inglês, pode ser mais difícil de acompanhar devido aos termos técnicos de cada área profissional.

05 séries para você arrasar no inglês:

FRIENDS
10 temporadas 236 episódios

séries

Não tem como não colocar FRIENDS como a primeira da lista. É uma das séries mais populares dos Estados Unidos e unanimidade entre os English teachers do mundo inteiro.

Chandler, Joey, Mônica, Phoebe, Rachel e Ross formam um grupo de seis amigos que lutam para sobreviver e crescer profissionalmente em Manhattan. São abordados temas como família, trabalho, dinheiro, sexo e principalmente amor e amizade. As piadas são super inteligentes e as situações super engraçadas. No terceiro episódio, você já está viciado!

HOW I MET YOUR MOTHER
9 temporadas 208 episódios

SÉRIES de Tv

A série é narrada em 1ª pessoa por Ted Mosby, que no ano de 2030 começa a contar ao seu casal de filhos como conheceu a mãe deles. Para isso ele volta para 2005 e começa a contar todos seus desencontros profissionais e amorosos em Nova York. Além disso, Ted narra as aventuras dos seus amigos: o atrapalhado advogado Marshall Eriksen, a professora Lily Aldrin, a jornalista Robin Scherbatsky  e o mulherengo convicto Barney Stinson, que é com certeza o personagem mais legendário de todas as séries!!!

TWO AND A HALF MEN
11 temporadas 262 episódios

séries

Charlie é rico, solteiro e gasta seu tempo com bebidas e mulheres. Ele vivia muito bem em sua casa em Malibu até o dia em que o irmão Alan é expulso de casa pela ex-mulher e vai buscar abrigo na sua casa, levando consigo o filho Jake. Os conflitos de personalidade e o estilo de vida nada regrado de Charlie são apenas o começo das várias situações hilárias e inesquecíveis pelas quais os personagens vão passar.

MODERN FAMILY
Atualmente na 7ª temporada, já conta com 148 episódios.

séries

São três famílias: o patriarca Jay se casa com uma mulher que tem a metade da sua idade e com ela vem seu filho, Manny. Os dois filhos adultos de Jay têm as suas próprias famílias: a certinha Claire é casada com o corretor de imóveis canastrão Phil e têm três filhos de personalidades totalmente diferentes um do outro. Mitchel, o outro filho de Jay, é um advogado que mantem uma relação estável com Cameron e criam a filha adotiva Lily. Por tanta diversidade, são muitos encontros e desencontros, o que torna a série muito engraçada, mas também muito realista, refletindo situações corriqueiras da vida moderna.

THE MIDDLE
Atualmente na 7ª temporada, já conta com 148 episódios.

Séries

Esta comédia narra o cotidiano de uma família de classe média baixa de uma pequena cidade no estado de Indiana, que fica na região central dos Estados Unidos, daí o nome The Middle. A família é composta dos pais e três filhos: o mais velho Axl, o estereótipo de aluno fraco mas super popular na escola, a filha do meio Sue, que é super positiva e deslumbrada com tudo a seu redor e o mais novo Brick, que nasceu por descuido e tem tendências antissociais, vivendo com um livro na mão.  A vida com poucos recursos e as diferenças de personalidades rendem boas risadas nas mais diversas situações.

 

Como vocês podem ver, não faltam opções. E esses são apenas ALGUNS exemplos. Há séries que anda estão no ar e outras tantas que já foram canceladas. Há séries para todos os gostos, tipos de humor, temáticas, sotaques (sim, porque você também pode assistir às séries britânicas) e afinidades. Basta começar a procurar e criar o hábito de assistir e você vai ver que logo vai ficar “viciado” em alguma série, e super curioso(a) para saber o que vai acontecer no capítulo seguinte. O seu inglês agradece!

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Na minha vivência como professora, percebo que os alunos se preocupam muito em aprender “verbos” e acabam esquecendo de se concentrar em outros termos da frase que fazem toda a diferença. Alguns destes termos são as palavras ANOTHER, OTHER e OTHERS, que são super frequentes nas frases e são causa de muitos erros por parte dos falantes não-nativos.

 OTHER

Other é um adjetivo e como todo o adjetivo em inglês, ele não flexiona nem em gênero nem em quantidade, por isso temos: outro, outra, outros e outras. Como todo o adjetivo, other deve vir antes de um substantivo, pois sozinho ele não comunica nada. Por isso temos:

I need other clothes.
Preciso de outras roupas.

Have you showed this test to the other students?
Você mostrou este teste para outros alunos?

The cupcake was filled with whipped cream and covered with other ingredients.
O cupcake foi recheado com chantilly e coberto com outros ingredientes.

Observe que mesmo podendo ser traduzido como singular ou plural, other é geralmente usado antes de substantivos plurais.

ANOTHER: ou seria “an other” ?

Another é a combinação de “AN + OTHER” ou seja, significa “um outro” ou “uma outra” e por isso mesmo, só pode ser usado antes de substantivos singulares. Assim como other, another é um adjetivo e precisa ser seguido de um de substantivo.

Nobody told me, I heard one girl telling this story to another girl at our school.
Ninguém me contou, eu ouvi uma garota contando esta estória para outra garota na nossa escola.

Could I have another glass of water, please?
Eu poderia tomar outro copo d’água, por favor?

–  I finished reading “Rachel’s Holiday” and now I’m reading another book.
Eu terminei de ler “Férias” e agora estou lendo outro livro.

OTHERS

Aqui precisamos de atenção extra pois others não é um adjetivo, e portanto não pode ser usado da mesma forma que other e another. Usamos others quando estamos falando sobre várias coisas ou pessoas mas já mencionamos pelo menos uma delas e aí nos referimos ao restante como others, ou seja, os outros ou as outras. Veja exemplos:

– I love ice cream, but of course, some flavours are better than others.
Eu amo sorvete, mas claro, alguns sabores são melhores que outros.

– She is a very generous person, she has spent all her life helping others.
Ela é uma pessoa muito generosa, ela passou a vida inteira ajudando os outros.

– Some people agree that selfies are here to stay but others believe this is just a temporary thing.
Algumas pessoas concordam que selfies estão aqui para ficar mas outros acreditam que é só uma moda temporária.

Uma vez que others é um pronome (aquela palavrinha que substitui o substantivo), não podemos usar nenhum substantivo depois dele pois ficaria redundante.

Você deve estar pensando: “Nossa, é muita informação! Como vou lembrar de tudo isso?”. Calma! A melhor forma de aprender a incorporar estas e outras palavras no seu dia-a-dia é aumentando a exposição ao idioma até que tudo o que você aprendeu se torne automático. Afinal, você não fica pensando nas regras de português quando está falando, não é mesmo?

 

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inglessozinho
Você já está cansado de saber da importância de aprender inglês, seja para crescer profissionalmente, para viajar mais tranquilamente ou, até mesmo, por curiosidade. O fato é que, atualmente, aprender inglês é essencial e há varias opções no mercado para quem precisa aprendê-lo: escolas de idioma, intercâmbios, aulas particulares, etc. Entretanto, se por algum motivo você não poder aprender inglês das formas mais convencionais, saiba que você pode aprender inglês sozinho. Pode parecer difícil, mas não é impossível e eu vou te ajudar a começar com as dicas a seguir:

Tenha em mente os seus objetivos

Quando decidimos viajar, escolhemos um destino e pesquisamos o melhor trajeto, certo? Com inglês é a mesma coisa. Ao saber onde você quer chegar com a língua, fica mais fácil definir como chegar lá. Se o seu objetivo é participar ativamente de reuniões, você precisará focar bastante em linguagem mais formal; se o seu objetivo é entender seus filmes favoritos, o seu foco maior será para o listening; se o seu objetivo é aprender inglês de forma geral, precisa estudar as 4 habilidades. Seja como for, sem saber onde você quer chegar, fica difícil saber para onde dirigir, concorda?

Estabeleça horários para estudos (e siga-os à risca)

Este é um dos pontos de maior importância. Analise a sua agenda semanal, e escolha alguns horários para estudo. Eu sugiro três intervalos de uma hora cada, alternados durante a semana. Seja realista e escolha horários nos quais você sabe que vai cumprir e encare esses horários como um curso pago ou como um trabalho: você não pode faltar, esquecer ou atrasar. Se por algum motivo precisar cancelar um dia, agende para o dia seguinte de forma a não deixar “passar” este dia de estudo.

Aperfeiçoe seu ambiente de estudo

Assim como o tempo, o lugar também é muito importante para quem vai estudar inglês sozinho. Tente escolher um ambiente calmo, no qual seja fácil se concentrar. Evite TV ligada, telefone tocando ou crianças correndo. Compartilhe com os demais moradores que está estudando por conta própria e que não pode ser atrapalhado na sua hora de estudo.

Desenvolva um roteiro de estudos.

inglessozinho3Faça uma lista de tudo o que você precisa aprender em termos de gramática e vocabulário. Ordene de forma lógica, do mais simples para o mais complicado. Se tiver dúvida para montar esta sequência, pegue um livro didático observe a sequência de gramática e vocabulário presentes no índice. Tente usar esta sequência para montar um roteiro de acordo com suas necessidades. É importante que este roteiro atenda aos objetivos traçados inicialmente.

Separe um material de estudo que atenda ao seu roteiro

O ideal é você adotar um material didático e segui-lo como base, mas se isto for impossível, pesquise na internet sites que distribuem e-books gratuitos, faça download destes materiais e tenha uma pasta no seu computador só pra isso.  Há também sites com explicações gramaticais tanto em forma de texto como em vídeo (EngVid) e muitos disponibilizam atividades online ou para download também.

Para áudio, procure sites de podcast como o Esl Podcast ou músicas como o Lyrics Training. Procure também dicionários online ou sites de pronuncia como o Forvo ou o Howjsay.

Evite distrações

Evite toda e qualquer distração na hora de estudar. Deixe seu celular em modo avião para não receber  notificações de mensagens. Deixe o telefone fixo fora do gancho se não tiver outra pessoa em casa para atender. Separe todo o material que você vai precisar durante aquela sessão de estudo antes de começar para evitar levantar-se sem motivo. A hora de estudo é hora de concentração e foco.

Interaja com outros autodidatas

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Vivemos na era das redes sociais, use isto a seu favor. Interaja com outros autodidatas. Participe de grupos de autodidatas no Facebook, e troque ideias para, aos poucos, ir descobrindo outras formas de aprender. Entre em grupos de conversação via whatsapp. Siga e comente em blogs, perfis no Instagram, páginas no Facebook que têm como temática a língua inglesa. Não se isole! A troca de ideias é muito proveitosa e pode abrir a sua mente para coisas que você não tinha imaginado e que poderão ser muito úteis.

Seja disciplinado

Tenha disciplina, foco e persistência. Pense no seu objetivo inicial e siga em frente. Observe e comemore as pequenas conquistas. Aos poucos, você vai notar que vai entender algumas palavras de uma música que não entendia antes, ou entender algumas palavras de um filme que antes você dependia apenas da legenda. Lembre-se destas conquistas e não deixe a rotina fazer você desistir. Há muitos autodidatas em idiomas no mundo e você, com certeza, pode ser um deles.

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Assistir séries em inglês é, sem dúvida, uma das formas mais baratas e eficazes de se aprender inglês. Tenho certeza que algum professor já o aconselhou a fazer isso e se por algum motivo você ainda não entendeu o porquê de tanta insistência, está na hora de você entender as vantagens e melhoras que elas podem trazer. Vejamos:

NO GERAL

As séries podem ser consideradas uma forma de IMERSÃO no idioma, pois, aos poucos, você se acostuma a só ouvir em inglês e, sem perceber, começa a “pensar” também em inglês, de uma forma bem natural e principalmente divertida. Além disso, é bastante comum se acostumar com a personalidade de certos personagens a ponto de conseguirmos até mesmo antecipar o que vão dizer em determinadas cenas (e tudo em inglês, claro!).

VOCABULÁRIO

O vocabulário das séries é bem mais realista e atualizado que o vocabulário dos livros didáticos usados para estudar inglês. Os diálogos são mais parecidos com aqueles que gostaríamos de manter no dia a dia, ricos em expressões idiomáticas e gírias mais modernas. Expressões como “are you fucking kidding me?” (você tá de zoeira comigo?) dificilmente aparecerão no seu livro, e são suuuuuper comuns em séries (e na vida real).

LISTENING

A melhor forma de melhorar o seu listening é ouvindo inglês todos os dias. E nada melhor que ouvir o inglês real, falado em ritmo natural, com todas as junções de palavras que são comuns aos falantes nativos. Claro que no começo é meio difícil de entender, mas a insistência é que vai tornar a compreensão mais fácil.

PRONÚNCIA

Quanto mais você ouve inglês, melhor você pronuncia! Isto acontece porque você acostuma o ouvido com a pronúncia e entonação correta e tende a tentar imitar os seus atores favoritos. Quando você não ouve muito inglês, tem uma tendência a “aportuguesar” a pronúncia e fica aquela “fala pesada”, meio estranha e muitas vezes até incompreensível.

GRAMÁTICA

Se você entende as regras dos verbos mas não consegue lembrar na hora de falar, se tem dificuldades de se lembrar da preposição das palavras nas orações e se também se enrola todo(a) ao tentar lembrar o passado dos verbos irregulares… assistir séries também pode ajudá-lo com isso! Na língua portuguesa não “pensamos” antes de montar as frases porque ouvimos português todos os dias. O mesmo também pode acontecer com o inglês, desde que você se exponha ao idioma todos os dias.

 COMO ASSISTIR ÀS SÉRIES

Eu aconselho que, quem ainda é iniciante, escolha uma série e comece a assisti-la a partir do 1º episódio da 1ª temporada e faça uma sequência, assistindo a, pelo menos, um episódio todos os dias.  O efeito não será o mesmo se você assistir a quatro episódios em um dia e ficar uma semana sem assistir nada, pois, para fazer efeito, o que conta é a repetição e a constância.

Veja o roteiro que eu sugiro:

  1. Eu sugiro que o aluno comece assistindo toda a série com áudio em inglês e legenda em português. Sei que alguns alunos se espantam, mas isso é importante para que você entenda a estória e acostume o ouvido aos poucos.
  2. Ao terminar de assistir a todas as temporadas e a todos os episódios da série, comece a assistir novamente a mesma série, desta vez com áudio e legenda em inglês. Dessa forma, você já conhece a estória e vai tentar associa-lá ao que você lê e ao que você ouve em inglês.
  3. Por último, recomece a assistir tudo novamente, mas dessa vez, apenas com áudio em inglês e sem legenda. Como você já lembra da estória, o foco agora será no áudio e na pronúncia.

Em todos os casos, é interessante manter um caderninho para anotar as palavras novas e até mesmo dicas de pronúncia.

Como vocês viram, as vantagens de se assistir séries são muitas, sem falar que é superdivertido. Para quem não tem este hábito, vale a pena começar a cultiva-lo, pois séries ajudam não apenas na aquisição do idioma, mas também na manutenção do mesmo. E se você tem preguiça só de pensar em assistir a uma série, uma motivação extra para você: como professora, tenho observado que quem assiste séries TODOS OS DIAS consegue concluir os níveis bem mais rapidamente que alunos que não assistem ou assistem esporadicamente, encurtando assim o tempo necessário para chegar a tão sonhada fluência. Maravilha, não acha?

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nãoMuita gente não gosta de inglês, mas “precisa” aprender inglês. Os motivos para não gostar são muito subjetivos, entretanto é importante saber lidar com este sentimento e evitar que ele vire um obstáculo. Quem não gosta de inglês costuma criar algumas desculpas para convencer a si mesmo do porque não aprendem e, como resultado, ficam “andando em círculos” sem perceber evolução. Se você se identificou com essa situação, que tal ler estas dicas e parar com estes hábitos que, sem querer, boicotam o seu aprendizado?

1. NÃO traduza!

A tradução pode até te ajudar nos seus primeiros passos, principalmente a desenvolver uma sensação de segurança, mas não deve ser mantida por muito tempo.

Traduzir tudo o que você pensa é ineficiente, demorado e cria dependência com a língua mãe. Tente compreender as mensagens pelo contexto, mesmo que não entenda palavra por palavra.

2. NÃO TENHA medo de errar!

Todo processo de aprendizagem implica em tentativa e erro; foi assim quando você aprendeu a falar o seu próprio idioma, quando aprendeu a amarrar os sapatos ou a andar de bicicleta. Errar é uma etapa obrigatória do processo de aprendizagem, portanto, ter medo de errar é ter medo de aprender.

Além disso, ao errar, você tem chance de ter seus erros corrigidos e, assim, aprender. Lembre-se: o seu foco primário deve ser a comunicação. A precisão e fluência vêm com o tempo.

3. NÃO se deixe enganar com métodos milagrosos!

Esqueça qualquer método que promete resultado em um período de tempo pré-definido. As pessoas são diferentes umas das outras em vários sentidos. Elas diferem quanto a:

– Forma de aprendizado
– Conhecimento prévio
– Capacidade cognitiva
– Disciplina
– Pré-disposição para idiomas

Portanto, é impossível determinar em QUANTO tempo alguém vai se tornar fluente em um idioma. Fuja de propostas tentadoras como 12, 18 ou 24 meses. A estrada do aprendizado é sua e só você consegue determinar este tempo. O “grande segredo” para aprender um idioma continua sendo muita exposição à língua que se pretende aprender e prática das 4 habilidades. E claro, tudo com muita persistência, dedicação e paciência.

Para entender mais sobre quanto tempo leva para ficar fluente, leia este post do Tecla Sap no qual o Ulisses Wehby brilhantemente fala a respeito do assuno.

4. NÃO aprenda APENAS na sala de aula!

Estudar em uma escola ou com professor particular é ótimo porque você tem a chance de tirar dúvidas e interagir com outros alunos, mas não é o suficiente. Para realmente aprender um idioma, você precisa vivencia-lo todos os dias fora da sala de aula. Além de agilizar o seu processo de aprendizagem, irá ampliar seu vocabulário e tornar a sua capacidade de comunicação mais abrangente que a daqueles alunos que aprendem só o que o professor ensina.

5. NÃO ignore as 4 habilidades.não

Às vezes, ao querer apenas “falar inglês”, muitos alunos esquecem de se dedicar às demais habilidades (ouvir, ler e escrever). Isto é um grande erro pois elas se complementam. Por mais que o seu foco seja falar, não é possível falar sem ouvir, uma vez que você precisa entender o que as outras pessoas falam para manter um diálogo. Ler é uma forma muito eficaz de internalizar vocabulário e regras gramaticais de forma contextualizada (o que ajuda muito na hora de falar). E escrever é uma forma de produzir o discurso de modo mais controlado, pois você “pensa mais antes de escrever” e tem, portanto, a chance de organizar o pensamento. Ao desenvolver esta habilidade, na hora de falar, você conseguirá dizer o que pensa de forma mais articulada e objetiva.

6. NÃO fique nervoso!

Fale inglês SEMPRE que tiver oportunidade, seja em uma reunião no trabalho, ou ajudando um estrangeiro que apareceu perto de você. Não hesite muito antes de falar, nem alimente medos bobos, afinal, o pior que pode acontecer é não ser entendido pelos outros.

Em quase tudo na vida, precisamos sair de nossa zona de conforto se quisermos evoluir e para aprender inglês não é diferente. Em outras palavras, “se jogue”! Quanto mais você falar, mais confiante você vai se sentir e, por consequência, mais rápido vai se tornar fluente.

7. NÃO ache que só você comete erros e que todo mundo é fluente.

Muita gente tem medo de falar pois acha que vai cometer erros. Acredito que os erros são inevitáveis, mas também acredito que, em muitos casos, eles são IMPERCEPTIVEIS, de modo que só alguém que esteja realmente prestando atenção (por exemplo: seu professor) vai percebê-los.

De acordo com o linguista David Crystal, há mais falantes de inglês não-nativos do que falantes nativos numa proporção de 03 para 01. O que implica que há mais falantes de inglês na sua situação do que você imagina. E mesmo que sejam capazes de se comunicar, na maioria das vezes, não estão prontos a corrigir ou perceber o erro do outro.

não8. NÃO desista!

Todo começo é difícil, mas se você insistir e mantiver o foco, muitas coisas irão virar hábito e então você vai perceber que aprender inglês pode ser bem mais fácil e prazeroso do que você imaginava.

Assim como os atletas profissionais, que precisam treinar duro mesmo quando já são os melhores de suas categorias, você precisa fazer o mesmo. Mantenha contato com o idioma diariamente. É a única forma de manter o seu inglês afiado, não “esquecer” vocabulário ou as estruturas das frases.

9. NÃO se compare com os outros falantes de inglês!

Ninguém sabe tudo, então pare de pedir desculpas por não falar inglês perfeitamente. Não importa em que nível você esteja agora, você lutou para aprender o que sabe e deve se orgulhar de suas conquistas. Não fique chateado porque estuda há três anos e fala menos que aquele seu colega que estuda há apenas um. Cada um tem seu ritmo e o importante é não desistir de seguir o seu caminho.

10. NÃO encare o aprendizado como uma tarefa ou obrigação.

Se você sempre associar a ideia de aprender a algo que é chato, entediante e repetitivo, vai realmente ser bem difícil alcançar a sua meta, pois será difícil se manter motivado o tempo inteiro.

Por isso, tente associar o aprendizado de inglês a coisas que você gosta de fazer e não a algo que você “tem que fazer”. Escolha atividades que te ajudem a aprender enquanto se diverte. Seguem algumas ideias:

– Se você está numa fila, tente criar frases mentais sobre as outras pessoas da fila.
– Ouça músicas em inglês enquanto pratica seu esporte ou hobby favorito.
– Se você é fã de redes sociais, tente seguir e interagir com canais que dão dicas de inglês…
– Assista vídeos em inglês no YouTube sobre temas que você se interessa: maquiagem, lutas, corridas, games, receitas, etc….

Ao inserir o inglês nas suas atividades de lazer, logo o aprendizado se tornará mais agradável e, por isso mesmo, mais proveitoso, afinal, você já ouviu falar de alguém que obteve sucesso fazendo algo que odeia?

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homeworkblogOito entre dez alunos que me procuram para ter aulas particulares perguntam: “Você passa tarefa de casa?”. Entendo que, na maioria dos casos, a preocupação é com o tempo, afinal, todos são muito ocupados: trabalham, estudam, e precisam de tempo para a família. Porém, contudo, entretanto, todavia, sinto informar que, mesmo com as constantes atualizações pedagógicas, ainda não descobri uma forma de aprendizado na qual o aluno apenas “frequente” a aula e aprenda automaticamente. É triste, eu sei, mas é a verdade: sem “envolvimento ativo” do aluno não há aprendizado e uma das formas mais eficazes de envolvimento ativo é o homework.

Agora, por que esse tal “homework” é tão importante assim?

O homework desempenha papel de suma importância no processo de aquisição de um idioma. São tantos benefícios que é possível que eu não consiga lembrar de todos e precise atualizar este post futuramente:

– Maximiza seu contato com a língua – se você faz inglês duas horas semanais, isso representa apenas 1,2% da sua semana. Fazer homework duas vezes por semana ajuda a maximizar esta exposição, pois o seu contato com o idioma não se limitará apenas aos dias de aula.

Ajuda a fixar melhor o que você aprendeu – você aprendeu um tópico gramatical novo e fez alguns exercícios em aula. Isso significa que você está dominando o assunto, certo? Errado! Você precisa praticar o assunto novo várias vezes e em vários contextos diferentes até que o seu cérebro reconheça a informação nova como algo definitivo. Informações novas são armazenadas na nossa memória de curto prazo e, caso não seja utilizadas, certamente serão esquecidas.

Além disso, ao tentar fazer exercícios com materiais ou mídias diferentes, você entra em contato com outras abordagens e pode até mesmo ir além do que você aprendeu em sala de aula.

– Desenvolve a autonomia/“autodidatismo” do aluno – como professora eu incentivo bastante meus alunos a serem “self-learners” (autodidatas). Acredito que o papel do professor é ser um guia que mostre o caminho, mas é sempre o aluno quem vai percorrê-lo. Ao fazer “homework”, você aprende a lidar com a língua de forma autônoma e a ser responsável pelo seu aprendizado, tentando vencer desafios antes de voltar a sala de aula.

– Funciona como ferramenta de avaliação – a hora do homework é a hora de diagnosticar se você realmente entendeu o que o professor explicou em aula. Muitas vezes, mesmo tendo entendido os exemplos e tendo feito corretamente todos os exercícios da aula, é só na hora em que está sozinho que o aluno percebe algumas diferenças e que aparecem dúvidas. Durante as aulas, certas dúvidas ficam “mascaradas” pela segurança que o aluno sente com a presença do professor. Portanto, é só individualmente, fora do contexto de sala de aula, que você realmente avalia se realmente aprendeu e se consegue pôr esse aprendizado em prática.

Expande e ajuda a fixar o vocabulário – se você estuda um tópico novo em seu livro, ao fazer homework, você verá este tópico ser explorado em novos exemplos, novos contextos e até mesmo em novas palavras. Por exemplo, se você aprendeu “Jobs” (profissões) na aula e o professor passar um homework, é muito provável que nele você aprenda novas profissões que não teria aprendido se não fizesse o exercício.

– Ajuda pensar em inglês – para fazer a tarefa, muitas vezes você precisa analisar o contexto para escolher a opção correta. Isso requer, muitas vezes, que pensemos em inglês, uma vez que esses contextos podem trazer situações, ideias ou sentimentos que não fazem sentido em outra língua. Assim, o “homework ajuda que nos afastemos de nossa língua materna para interiorizar melhor os aspectos, nesse caso, da língua inglesa.

– Otimiza o tempo da “aula” – se você tem um professor realmente comprometido com seu aprendizado, ele não vai deixar você “boiando” num assunto novo. Assim, aquele ponto que você precisa fixar, se você não o fizer em casa, terá que ser feito em sala de aula. O lado ruim disso é diminuir o tempo que seria usado com conversação para praticar algo que você poderia fazer sozinho. Os materiais didáticos de adultos já vem com “answer key” (gabarito) com este mesmo propósito: otimizar o tempo de aula, devendo ser utilizando apenas para tirar dúvidas e não para corrigir todo o homework.

Por consequência, todo o processo de aprendizagem ocorre mais rápido se você faz homework. Seu aprendizado será bem mais rápido do que aquele aluno que “não tem tempo” para estudar em casa. A sua “independência” do professor será maior, uma vez que você logo acostumará a incluir o inglês no seu dia-a-dia. Ao invés de estar gastando tempo, você está na verdade ganhando tempo!

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razoes

Trabalho com o público adulto há pelo menos 15 anos, sendo que nos últimos 05 pude me dedicar EXCLUSIVAMENTE a aulas particulares para adultos e pude observar o comportamento deste público. É normal que em um determinado momento, o aluno decida não continuar o curso, seja por questão financeira, por falta de tempo ou por problemas pessoais. O problema é que na maioria dos casos, o aluno decide parar sem ter atingido seu objetivo, e infelizmente isto é frustrante tanto para o aluno quanto para o professor. Por isso, decidi organizar aqui as minhas observações e tentar mostrar a você porque você deve continuar o seu curso de inglês.

Inglês não é gasto e sim investimento.

Com certeza você já ouviu que Educação não é gasto e sim investimento. Se você pensa que esta é apenas uma forma das escolas e professores “venderem os seus cursos”, talvez esteja na hora de rever os seus conceitos. Aprender qualquer habilidade é sim um investimento que você faz em si mesmo (ou seja, no seu bem mais precioso), pois é um curriculum cheio de conhecimentos e habilidades que vai fazer com que você se destaque no mercado de trabalho.

No caso especifico do inglês, ele é necessário para praticamente todas as áreas de trabalho, uma vez que a presença das multinacionais está cada vez mais forte e que as empresas nacionais estão cada vez mais interagindo no mercado em internacional.

Você acha que vai retomar o curso no próximo semestre.

Muitos alunos param o curso pensando em voltar no próximo semestre, mas na minha experiência profissional, isto acontece numa proporção menor que 5%. Quando me procuram pela 1ª vez, muitos falam que já estudaram inglês mas estão “parados há algum tempo” e este tempo raramente é menor que “05 anos”.

Acontece que mesmo que você tenha a intenção de retomar o mais rápido possível, é bastante provável que outras coisas comecem a acontecer na sua vida de forma e você acaba “esquecendo” do inglês. Quando você finalmente decide continuar o seu curso, é provável que já tenha “esquecido” muita coisa e precise rever várias coisas que já viu antes.

O ideal é que você tente adaptar a sua vida AGORA e levar em frente o seu objetivo AGORA, economizando assim TEMPO e DINHEIRO.

Você não vai ter disciplina para continuar a estudar por conta própria.

Responda honestamente: quando você está fazendo aulas em escola ou com professor, você faz 100% dos exercícios solicitados em dia e segue TODAS as orientações de atividades extra classe do seu professor? Você costuma pedir atividade extra para o seu professor? Você tem um horário pré-definido de estudo e o cumpre com pontualidade?

Se você respondeu que SIM a TODAS as perguntas, é possível que você tenha disciplina para estudar por conta própria, mas na prática, a maioria dos alunos não consegue responder que SIM a todas estas perguntas. Neste caso, reflita sobre outra questão: se você não consegue manter uma disciplina de estudo enquanto tem o acompanhamento de um professor, porque você manteria esta disciplina por conta própria?

Encontre o meio-termo e faça o possível para continuar.

Se você está parando o curso porque o orçamento está pesado, já pensou em conversar com seu professor ou escola e reduzir a carga horária de estudo? Esta alternativa também te ajuda em relação a tempo também. Talvez você pense que estudar 1,5h por semana não seja tão bom quanto estudar 3h por semana, mas veja por outro ângulo: 1,5h/a semanais é mais do que “0 horas semanais”.

Se você faz aulas VIP, outra opção para melhorar o valor do investimento é procurar aulas em duplas, pois desta forma você mantem contato com o inglês e ainda aumenta seu vocabulário e as chances de conversação, afinal, aprender um idioma é aprender a interagir e a se comunicar.

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O seu concorrente profissional fala inglês.

O Brasil passa por uma época de crise e muitas empresas já estão começando a enxugar o seu quadro de funcionários. Na hora dos cortes, quem você acha que eles vão dispensar: o “gerente de RH” ou o “gerente de RH que se atualiza e fala inglês?”. Quem você dispensaria?

Se você está desempregado e está procurando chances no mercado de trabalho, quem você acha que tem mais chances de ser contratado:  o “gerente de RH” ou o “gerente de RH que se atualiza e fala inglês?”.

Em outras palavras, inglês pode ser o diferencial que vai garantir o seu emprego e até mesmo uma promoção no futuro.

Você realmente não tem tempo ou dinheiro?

Esta pergunta é super válida pois muitas vezes, o que falta é prioridade. Muitos alunos param o inglês mas continuam mantendo outros gastos que por mais prazerosos que sejam, não teem o mesmo caráter de investimento. Talvez deixar de comprar aquele celular na moda este ano e manter o inglês seja mais inteligente, uma vez que o inglês é algo que você não “vai perder” e que vai te ajudar a crescer pessoal e profissionalmente. O mesmo se refere a tempo, será mesmo que você não tem tempo, ou talvez falte um pouco de planejamento? Quanto temos muitas atividades, é importante priorizar e se organizar, afinal, vai dizer que você não tem 15 minutos por dia?

Estas são apenas alguns motivos pelos quais eu acho que parar de estudar inglês antes de ter atingido o seu nível necessário de fluência é uma má ideia, são motivos gerais, que se aplica, a quase todo mundo, porém tenho certeza que em casos específicos, podemos pensar em ainda mais razões para continuar. O fato é: como você se imagina daqui a 5 anos no que se refere a inglês? Parar agora vai te ajudar a alcançar este objetivo? Se a resposta for NÃO, você já sabe que decisão tomar.

 

 

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15 minutos para aprender iinglês

Sendo professora há mais de 15 anos e tendo dedicado os meus últimos 5 anos a atender apenas ao público adulto, é claro para mim que as rotinas estão cada vez mais apertadas e que a “falta de tempo” tem sido um dos principais obstáculos para que as pessoas aprendam inglês. Porém, acredito que com planejamento e foco sempre conseguimos driblar os obstáculos e tento sempre ensinar aos meus alunos que conseguimos sim aprender inglês, mesmo que só possamos nos dedicar 15 minutos por dia.

Dia desses, lendo este artigo da Thais Godinho (blog Vida Organizada) sobre como acabar com a tralha em apenas 15 minutos, pensei que seria uma boa adaptar a ideia para a realidade daqueles que precisam aprender inglês mas não tem tempo. Sugiro que leiam o artigo da Thais para entender melhor a ideia, que é bem simples, trata-se apenas de estabelecer uma rotina de 15 minutos diária para se dedicar a algo (no nosso caso, aprender inglês).

20 Atividades para aprender inglês em apenas 15 minutos:

1. Praticar gramática, mesmo que seja apenas 01 ou 02 questões.

2. Assistir vídeos de um minuto no English in a minute.

3. Ouvir a mesma música várias vezes e tentar entender a letra anotando expressões e palavras.

4. Ouvir música e acompanhar a letra no site Vagalume.

5. Ouvir música e tentar completar a letra no Lyrics Training.

6. Assistir 1 ou 2 vídeos da série da BBC 6-minute-English.

7. Praticar escrita no site One Word, este site te dá uma palavra diferente a cada dia para que você escreva o que vier a cabeça porém apenas durante um minuto. Não pense, apenas escreva!

8. Ouvir podcasts, baixe podcasts com frequência e sempre que tiver um tempinho ouça com atenção. Alguns sites com podcasts são: BBC Podcast, ESL POD, CHINA 232 e Real Life.

9. Assistir vídeos no EngVid.

10. Escreva um parágrafo em inglês contando como foi o seu dia anterior(como um diário).

11. Praticar gramática online. Sites como English Page ou English-Hilfen trazem várias atividades online mas há vários outros sites com esta finalidade.

12. Ler um artigo curto de alguma revista online sobre um tema de seu interesse, ou um trecho de um livro de inglês adaptado.

13. Assista uma palestra do site Ted.com. Há palestras de vários temas e durações diferentes, escolha uma que seja interessante para você.

14. Se o seu livro de estudo tem um Cd-Rom ou um site com atividades, aproveite estes 15 minutos para coloca-los em dia.

15. Mantenha um caderno de vocabulário e anote expressões novas sempre que aprendê-las. Use estes 15 minutos para criar frases com as palavras que você aprendeu.

16. Siga páginas no Facebook ou perfis no Instagram que dão dicas de inglês (como o @teacherrenata) e anote novas expressões no seu caderninho.

17. Re-assista séries (ou seja, episódios que você já viu) e aproveite para fazer anotações de vocabulário. Em 15 minutos você verá apenas metade do episódio, a outra metade você assistirá no seu próximo intervalo de 15 minutos.

18. Baixe algum app de aprendizado de inglês no seu celular, como o Duolingo, Busuu, Babbel e Lingua Leo, entre outros.

19. Ouça novamente algum listening que você ouviu na aula e achou complicado. Se necessário, leia o audioscript.

20. Pratique pronúncia gravando a própria voz e comparando com a pronúncia do dicionário.

O importante é que estes 15 minutos virem rotina, então, tentem organizar a agenda de vocês de forma a estabelecer este intervalo de 15 minutos todos os dias e alternem as sugestões acima para não ficar repetitivo e para ampliar as habilidades praticadas. Se planejem com antecedência, tendo acesso a esta lista e aos materiais necessários em todos os lugares para evitar que caiam na desculpa de “não ter o material com você”. Lembrem-se: “a desculpa de hoje vira o hábito de amanhã”. Mantenham o foco, insistam e o resultado virá!

Se você tiver alguma sugestão de alguma outra atividade que pode ser feita em 15minutos ou se apenas não entendeu como por em prática alguma delas ou tiver qualquer outra sugestão, não deixe de compartilhar conosco. E se gostou do artigo, divulgue com os seus amigos e siga as nossas redes sociais!

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